quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Down(ABAIXO) - Jason Walker

Eu não sei onde estou
Estou parado atrás
Estou cansado de esperar
Estou esperando aqui constantemente
Espero que eu encontre
O que eu tenho perseguido

Eu atiro pro céu
Estou cravado no chão
Então, por que eu tento?
Eu sei que vou cair.
Eu achei que podia voar
Então porque eu me afoguei?
Eu nunca vou saber porquê.
Está vindo a baixo, baixo, baixo.

Eu não estou pronto pra partir
Porque então eu nunca saberia
O que eu estaria procurando
Mas eu estou procurando demais
Então quando eu desistir
O que eu estarei desejando?

Eu atiro pro céu
Estou cravado no chão
Então, por que eu tento?
Eu sei que vou cair.
Eu achei que podia voar
Então porque eu me afoguei?
Eu nunca vou saber porquê.
Está vindo a baixo, baixo, baixo.

Oh, eu estou caindo, caindo, caindo
Eu não consigo achar outro caminho
E eu não quero ouvir aquele som
De perder o que eu nunca achei.

Eu atiro pro céu
Estou cravado no chão
Então, por que eu tento?
Eu sei que vou cair.
Eu achei que podia voar
Então porque eu me afoguei?
Eu nunca vou saber porquê.
Está vindo a baixo, baixo, baixo.

Eu atiro pro céu
Estou cravado no chão
Então, por que eu tento?
Eu sei que vou cair.
Eu achei que podia voar
Então porque eu me afoguei?
Está vindo a baixo, baixo, baixo.
 
Se quiser ouvir a música clique aqui. É do seriado Diarios de um Vampiro 
Fonte: http://letras.terra.com.br/jason-walker/1568074/#traducao

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

SEU AMOR É TUDO


 
Seu Amor É Tudo
Quando estou seco e sedento Senhor,
E estou clamando por mais,
Eu sei eu posso confiar em Seu amor.
Na escuridão da noite
Quando eu estou morrendo de fome de luz
Eu sei eu posso confiar em Seu amor.

Você não guarda recordações do meu pecado
e não se lembra de toda minha vergonha

Seu amor cura toda doença
Seu amor preenche todas as minhas necessidades
Seu amor é tudo pra mim
Seu amor é tudo

Eu não esquecerei
Não quero esquecer suas promessas
Eu não esquecerei
Não quero esquecer o seu amor

Eu não esquecerei
Não quero esquecer que nada é impossível
Eu não esquecerei
Não quero esquecer o seu amor

http://www.youtube.com/watch?v=rq-7rkLJPN8&feature=share

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Parabéns Leo!


Hoje é o niver do meu querido amigo Leo. E ninguém mais que ele merece um espaço no meu blog.

Hoje faz 3 meses que conheci essa pessoinha maravilhosa!
E apesar de parecer pouco tempo, posso dizer que já passamos muitos momentos, como grandes amigos.

Deus sabe o momento certo de colocar alguém em nossas vidas, e com certeza o Léo foi uma benção na minha vida esse ano.
Tive a oportunidade de passar muitos momento ao lado dele; momentos difíceis, onde ele foi a mão que me segurou e o ombro que me confortou. Também tivemos os momentos de alegria onde rimos e nos alegramos juntos.

Leo, com você aprendi tanta coisa, obrigada por me aguentar em todos os meus "momentos" hehehe...

Você é uma pessoa especial para mim, e por isso nesse dia quero desejar-lhe um feliz aniversário e dizer que estou na torcida para que você seja muito feliz e conquiste todos os seus sonhos. Nunca se esqueça dessa sua amiga aqui, um pouco desnaturada mais que te ama muito.

Felicidades e que Deus conceda todos os desejos do seu coração!
Te amo muito!
Beijinho

Meu tesouro de raro valor: http://www.youtube.com/watch?v=f5nTQy7vljM&feature=related


"A amizade é um amor que nunca morre."
Mário Quintana

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A arte de ser feliz (Cecília Meireles)

Houve um tempo em que a minha
janela se abria para um chalé.
Na porta do chalé brilhava
um grande ovo de louça azul.
Neste ovo costumava pousar
um pombo branco.
Ora, nos dias límpidos,
quando o céu ficava da mesma
cor do ovo de louça,
o pombo parecia pousado no ar.
Eu era criança,
achava essa ilusão maravilhosa e
sentia-me completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha
janela dava para um canal.
No canal oscilava um barco.
Um barco carregado de flores.
Para onde iam aquelas flores?
Quem as comprava?
Em que jarra… em que sala,
diante de quem brilhavam,
na sua breve experiência?
E que mãos as tinham criado?
E que pessoas iam sorrir de
alegres ao recebê-las?
Eu não era mais criança,
porém minha alma ficava
completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha
janela se abria para um terreiro,
onde uma vasta mangueira
alargava sua copa redonda.
À sombra da árvore, numa esteira,
passava quase o dia todo sentada
uma mulher, cercada de crianças.
E contava histórias.
Eu não podia ouvir, da altura da janela,
e mesmo que a ouvisse, não entenderia,
porque isso foi muito longe,
num idioma difícil.
Mas as crianças tinham tal expressão
no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.
Houve um tempo em que na minha janela havia um
pequeno jardim seco.
Era um tempo de estiagem,
de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre
homem com um balde e em silêncio,
ia atirando com a mão umas gotas
de água sobre as plantas.
Não era uma rega:
era uma espécie de aspersão ritual,
para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas,
para o homem, para as gotas de
água que caíam de seus dedos magros
e meu coração ficava
completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas
felicidades certas, que estão diante
de cada janela, uns dizem que essas
coisas não existem, outros que só
existem diante das minhas janelas
e outros finalmente, que é preciso
aprender a olhar, para poder vê-las assim.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011